Antecipar trabalhos pode parecer uma boa solução para encurtar os prazos de um projeto. Mas começar mais cedo não significa necessariamente acabar mais cedo. E uma decisão que à partida parece vantajosa pode trazer riscos e comprometer o calendário da obra.
Neste episódio do PASSA A DOIS. – Estudos de Caso, tentámos responder a mais uma dúvida que nos foi colocada:
Assunto: Desenvolvimento de um hotel em Lisboa, ainda em fase de projeto de arquitetura e especialidades, que prevê escavações em terrenos onde existem riscos associados à arqueologia e à presença de solos contaminados.
Questão: Existe alguma forma de acelerar processos para podermos encurtar prazos?
À conversa estiveram Henrique Marecos e Jaime Quintas, da Alphalink.
Entre as principais questões abordadas, temos:
- A importância de um planeamento realista e os riscos de tentar acelerar todas as atividades;
- As relações de sequencialidade entre as diferentes fases do projeto e a possibilidade de antecipar trabalhos;
- As vantagens de antecipar trabalhos de arqueologia e reduzir a incerteza associada a esta fase;
- Os riscos de dividir a obra em duas fases, com empreiteiros distintos;
- A importância da estratégia de contratação dos empreiteiros;
- As questões de licenciamento, responsabilidades e garantias associadas à antecipação de trabalhos;
- A diferença entre antecipar o início dos trabalhos e antecipar a conclusão da obra.
Veja o episódio completo abaixo. Também está disponível no Spotify.
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